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ARTIGOS de INÊS CAVALIERI ANTERIORES
Artigo 6

SEXUALIDADE NO CARNAVAL

O Carnaval acontece uma vez por ano. É uma data muito esperada, chega-se até a dizer que no Brasil o ano novo, começa somente após o Carnaval. Por aí podemos perceber a sua importância para a nossa cultura.

Carnaval é a alegria do povo. Ou melhor, é a alegria de todos, pois nesses dias todas as classes sociais e culturais se unem sem o menor preconceito. Somente a preocupação de se divertir.

A  música, a dança e a euforia em geral, embalam as pessoas, que acabam esquecendo-se do mundo, de seus problemas, suas dificuldades. Todos querem curtir a alegria emanada pelas escolas de samba, pelas músicas de salões, pelo carnaval de rua, enfim, cada um é feliz naquilo que gosta.

A nossa preocupação é que a alegria do carnaval deva  durar para sempre, e não somente nos 4 dias de festa.

Para que essa alegria dure para sempre, precisamos nos cuidar  muito. Principalmente da nossa sexualidade, pois afinal de contas tudo é alegria, mas se não nos prevenirmos, como será ??? Acho que é melhor prevenir do que remediar. Não é ?

Como neste período do ano, o consumo de bebidas alcoólicas e outras substâncias é elevado, a folia é contagiante, levando a maioria das pessoas a esquecerem de se protegerem, aumentando o risco de contaminação de doenças sexualmente transmissíveis, inclusive do HIV (AIDS) e também o aumento do número de gravidez indesejável. Isto, porque na maioria dos casos, o uso do preservativo não é lembrado.

Nos dias de folia tudo são flores, mas e a quarta feira de cinzas, como fica? É a ressaca que aparece e alguns dias depois as conseqüências.... uma doença fatal (AIDS), uma gravidez não desejada, ou no mínimo, uma doença sexualmente transmissível.

E agora, o que fazer?? Acaba-se de ganhar um problema que foi desencadeado em uma folia de carnaval, onde não se usou um preservativo, ou não tomou outros cuidados preventivos  para que isso não ocorresse.

A sexualidade, diferente do carnaval, acontece todos os dias do ano, e não apenas 4 dias, portanto, devemos protegê-la, para podermos curti-la sempre. Aproveitemos  toda a folia do Carnaval e poderemos  curtir e aproveitar nossa sexualidade o resto do ano 

Carnaval, alegria, folia, festa, brincadeiras... Cuidado, previna-se cuidando da sua vida sexual.

Bom Carnaval para todos!

 

Inês Cavalieri

Terapeuta Sexual  

 

Artigo 5

FANTASIAS SEXUAIS

         Em psicologia a definição de fantasia é imaginação,  devaneio, sonhar acordado. A fantasia é um dos mecanismos de defesa do Ego; portanto, aparece com freqüência nos estados de frustração.

Fantasia Sexual é a imaginação de situações sexuais prazerosas e quase impossíveis de realizá-las.

          Na sociedade patriarcal, era importante a crença na supremacia masculina (só os homens precisam de sexo),  na assexualidade feminina e na divisão das mulheres em "santas e putas".  Uma mesma mulher ter sexo e amor tornava-a muito poderosa e o homem, muito inseguro. Para evitar lidar com seu temor à sexualidade feminina, o homem condenava-se a uma vida com uma mulher sexualmente inerte e entediante, tendo como opção procurar a  prostituta para sua satisfação.

Muitos especialistas, até a década de 70,   acreditavam que as mulheres não tinham fantasias sexuais, por não terem sido educadas para desfrutar do sexo.

Com o movimento feminista, as fantasias sexuais femininas começaram vir a tona com uma força para vencer as restrições impostas pela sociedade, adentrando o mundo proibido onde não havia nenhuma regra ou limite para expressão de sua sexualidade.

Muitas são as fantasias sexuais existentes na mente das pessoas, se pararmos um pouco para pensar, rapidamente algumas virão a cabeça, mas sempre existe uma que tem maior poder de atração sobre a pessoa.

Uma fantasia sexual feminina da adolescência muito comum é da aluna que sonha em fazer amor com o professor que é casado e geralmente mais velho.

          A fantasia sexual masculina na adolescência bastante freqüente, é de estar com a vizinha normalmente mais velha e muito bonita. Fica olhando através da janela quando esta trocando de roupa.

Fantasias de fazer amor, dentro do elevador, do carro, na piscina, sempre em situações nas quais corra-se o perigo de ser descoberto. Grande parte dos homens fantasiam fazer amor com duas mulheres ao mesmo tempo, pode inclusive ser a sua esposa e a sua amante, ou alguma atriz famosa.

Na fantasia sexual feminina,  as imagens de prazer se misturam ao proibido, é um lugar de mistério, excitação e muitas vezes de realização sexual.

Acreditamos que a fantasia sexual é extremamente salutar, e excitante, afinal é uma das maneiras de manter o desejo sexual vivo, tanto nos homens como nas mulheres, sem causar nenhum dano, pois fantasiar e se satisfazer não faz mal a ninguém.

   

Inês Cavalieri

Terapeuta Sexual

 

Artigo 4

O DESEJO SEXUAL FEMININO

O DESEJO SEXUAL é percebido em forma de sensações específicas que levam a pessoa a buscar ou sentir-se disposto a sexo. É um "apetite" ou um impulso produzido pela ativação física de um sistema neurológico específico do cérebro, que é constituído por dois setores distintos, que estão servidos por dois neurotransmissores: um deles ativador do desejo e o outro inibidor do desejo.

O centro sexual cerebral é composto de uma rede de centros e circuitos neurais. Os centros inibidores ou ativadores estão localizados no sistema límbico, no hipotálamo

Quando o sistema sexual se ativa, surge na pessoa um estado de tensão que o leva à necessidade sexual. É provável que os centros sexuais tenham importantes ligações com os centros de prazer e da dor, e que o impulso sexual parece ser mais responsivo ao prazer do que a dor. Assim sendo quando o centro do desejo é estimulado, também se ativa o centro do prazer, experimentando-se assim sensações prazerosas

Acredita-se que os centros cerebrais liberam um elemento químico (endorfina), que provocam uma sensação de euforia, bem estar e alivio da dor. Porém, se algo for ameaçador ou provocar dor, o desejo sexual pode ser inibido.

Além das endorfinas e dos hormônios estrógenos e a testosterona (que estimula o desejos sexual, tanto em homens como nas mulheres), também estão envolvidos no desejo, os neurotransmissores: a dopamina que exerce um efeito estimulante nos centros sexuais do cérebro, e a serotonina que exerce efeito contrário, inibidor.

Os transtornos do desejo sexual, que inclui a frigidez ou transtorno do desejo sexual hipoativo são:

  • Transtorno de Excitação Sexual Feminina e
  • Transtorno Orgásmico Feminino.
  • Transtorno de Excitação Sexual Feminina, pode resultar em intercurso doloroso, esquiva sexual e perturbações de relacionamentos conjugais ou sexuais.

O Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo em estágio mais grave é o Transtorno da Aversão Sexual, que é a aversão e esquiva ativa do contato genital com um parceiro sexual. Algumas pessoas experimentam repulsa generalizada a qualquer estimulo sexual, inclusive beijos e toques.

O Desejo Sexual Hipoativo é a deficiência ou ausência de fantasias sexuais e desejo de ter uma atividade sexual, pode ser situacional e limitado a um parceiro ou a uma atividade sexual específica.

As causas do Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo podem ser:
ORGÂNICAS: alterações hormonais; diminuição de testosterona ovariana e/ou supra renal, medicamentos e drogas; álcool, antidepressivo; maconha, cocaína e craque.
PSICOPATOLÓGICAS: estresse, depressão e transtornos de ansiedade.
PSICOLÓGICAS: valorização dos aspectos negativos da sexualidade; temor à intimidade, temor do compromisso ou gravidez, temor a obter um prazer proibido e pecaminoso, temor a alguma represália pelo ato sexual
PSICOSSOCIAIS: parceiro e/o atividade sexual insatisfatória, excesso de preocupações com a vida em geral e em proporcionar prazer ao companheiro.


 Inês Cavalieri  

Terapeuta Sexual

 

Artigo 3

SEXO NA TERCEIRA IDADE 

Algumas pessoas ainda acreditam, que o sexo na 3ª idade é impróprio, imoral ou até bizarro. Enquanto outras, que manifestam interesse sexual são discriminadas. A nossa sociedade, vende um padrão de comportamento sexual, onde só é permitido e aceito demonstrar interesse, em grupos de adolescentes/jovens e pessoas até uma determinada faixa etária.Vendeu-se um conceito do desejo sexual, que não condiz com a realidade.  

A sexualidade neste caso, acaba sendo geradora de sentimentos, tais como: culpa e vergonha, acarretando um distanciamento, e até mesmo, o esquecimento do próprio corpo. Mas, a grande maioria, pode perfeitamente manter relações sexuais e sentir prazer, mesmo com as mudanças fisiológicas e anatômicas, naturais do envelhecimento, que podem comprometer o desempenho da atividade sexual. 

Na 3ª idade há uma necessidade psicológica de atividade sexual continuada, pois não existe idade na qual essa atividade, os pensamentos ou desejos sobre o sexo acabem.  

No homem, após os 65 anos, podem ocorrer alterações típicas do envelhecimento como: a ereção ficar mais flácida, dificuldade para atingir o orgasmo, diminuição de ereções espontâneas, ejaculação mais retardada e outros, chegando até mesmo a uma franca disfunção erétil (impotência). 

Na mulher, durante ou após o climatério (menopausa), o processo de lubrificação vaginal se torna mais lento e às vezes até escasso. Isso devido às alterações hormonais que ocorrem nesta fase e que são facilmente tratáveis com seu ginecologista. 

A capacidade sexual da mulher da 3ª idade é apenas diferente da mulher jovem, diferença que é mais quantitativa do que qualitativa, porque os anos podem reduzir a força, mas nunca bloquear o desejo ou anular a resposta. 

Apesar da dificuldade em se falar de problemas relacionados à sexualidade do idoso, tem aumentado a busca de informações e tratamentos para disfunções sexuais desse segmento populacional. 

Portanto, podemos afirmar que as pessoas que estão na 3ª idade, devem e podem manter um vida sexual estável e saudável, pois não é imprópria nem imoral. É a manutenção da felicidade, que todo ser humano tem direito, independente de sua idade. 
 
Inês Cavalieri  

Terapeuta Sexual

 

Artigo 2
 
MULHERES... SEXO MELHOR 
MULHERES... SEXO NO NOVO SÉCULO 

 
Por muitos anos, as mulheres foram deixadas de lado, não tinham importância. Os homens interessavam-se  pelo sexo, onde somente eles se realizavam.

As mulheres deviam obediência ao “senhor seu marido”, devendo estar sempre prontas para tudo o que lhe fosse imposto, nunca questionar, ou opinar a respeito ou qualquer outra manifestação. Imaginem então na parte sexual !!

Neste novo século, as coisas começaram a mudar, as mulheres, cada vez mais ocupam lugares de destaque em diversos campos, deixaram suas casas, e foram trabalhar em empresas e industrias, disputando vagas de igual para igual com os homens, ocupando inclusive cargos de grande destaques ( diretoras, vice-presidentes e presidentes), conquistando seus espaços.

Começaram a ir atras de sua satisfação sexual, conquistando seus direitos que nunca puderam ser usados. A procura por centros especializados em tratamentos sexuais em busca de soluções para os problemas físicos e psicológicos que afetem a sua vida sexual, inclusive do casal. Em nosso Instituto temos sentido o acréscimo do número de mulheres que nos tem procurado devido a problemas sexuais que nem sempre são femininos, as vezes o problema é do parceiro, como é o caso da Ejaculação Precoce, ele ejacula tão rápido que não dá tempo para satisfazer a sua companheira, e muitas vezes ele acaba atribuindo a ela a “culpa” pelo seu fracasso. Ela é frigida e jamais ele é o portador do problema.

As mulheres que temos recebidos na grande maioria são portadoras de Anorgasmia (falta de orgasmo), muitas vezes desencadeado por problemas psicológicos desenvolvidos na adolescência, ou até mesmo na vida marital.

Vaginismo é a outra disfunção bastante freqüente, que depois de diagnosticada, por uma equipe multidisciplinar é realizado o tratamento mais adequado e tendo um excelente resultado.

Anafrodísia (falta de desejo), também freqüente, que é tratável sem maiores dificuldades.

O importante é que as mulheres busquem ajuda e conhecimento para sua dificuldades sexuais, pois afinal com o desenvolvimento da pesquisa científica, temos obtido várias opções terapêuticas de tratamento com grande sucesso.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)  a sexualidade é um dos indicadores para se avaliar a qualidade de vida de uma pessoa. Portanto, a importância de se resolver os conflitos, tensões e angústias sexuais. 

Se a vida sexual na cama é boa, melhor será a vida fora dela.

A importância da comunicação do casal, o respeito mutuo, são determinantes para uma vida sexual satisfatória e saudável . 

Inês Cavalieri  

Terapeuta Sexual

 

Artigo 1


ESTRESSE E DISFUNÇÕES SEXUAIS 
 


O que é Estresse? Originário do inglês STRESS. Foi introduzido na medicina pelo fisiologista austríaco Hans Selye em 1926, definindo como sendo: “esforço de adaptação do organismo para enfrentar situações que considere ameaçadoras a sua vida e a seu equilíbrio interno”, ou seja, o conjunto de reações orgânicas e psíquicas de adaptação que o organismo emite quando é exposto a qualquer estímulo que o excite, irrite, amedronte, ou que o faça muito feliz.

O estresse vem da própria convivência familiar; do meio social, do trabalho ou até mesmo da escola, e do meio ambiente. A Organização Mundial de Saúde (OMS), afirma que o estresse é uma epidemia global, devido a grande necessidade de se lidar com novas informações, atualizações e adaptações.

Os fatores mais importantes que levam ao estresse, são os do dia a dia, tais como:

  • problemas familiares ( nascimento de um filho, falecimento de um ente querido e
    etc);

  • problemas financeiros e econômicos;

  • situações de tensão sustentadas (doenças prolongadas, brigas conjugais, trabalho desagradável). 

O estresse nem sempre é gerado por situações ruins/negativas, ele pode ocorrer também, por situações boas/positivas, um emprego novo tão desejado, uma promoção profissional, expectativas diversas ou até mesmo uma paixão. 

A princípio, o estresse não é doença, é a resposta do organismo a um determinado estímulo variando de pessoa a pessoa. É a preparação para lidar com novas situações, mas o prolongamento de uma situação específica, pode gerar alterações indesejáveis.

O processo de estresse foi classificado em 3 fases:
Alerta, Resistência e Exaustão. 

Fase de Alerta: 


O organismo entra em estado de alerta para proteger-se de um possível perigo. Nas glândulas supra renais, são produzidas doses moderadas de catecolaminas e corticóides que secretam substâncias que despertam reações típicas do estresse.

Estímulos e condições que podem causar estresse: uma nova paixão, emprego novo, falta de tempo para diversões, trânsito caótico, dificuldades econômicas/ financeiras, ameaça a segurança física e emocional de si próprio ou da pessoa amada, assalto, acidentes e outros. 

As reações da fase de alerta são: 

  • Dilatação das pupilas - aumentar o campo visual;

  • Aumento da freqüência cardíaca e pressão arterial - ação e reação

  • Aumento da respiração – mais oxigênio

  • Redistribuição sangüínea – diminuir o sangue direcionado a pele, evita hemorragias.

  • Fígado libera açúcares – maior energia para os músculos e cérebro. 


 Fase de Resistência: 

O organismo continua sendo provido com fontes de energia, aumentando a potencialidade para outras ações. Os estímulos estressores continuam crônicos e repetitivos. 

As conseqüências da Fase de Resistência são: queda da resistência, sensação de desgaste (fadiga e lapsos de memória), distúrbios sexuais, disfunções sexuais masculinas e femininas, redução da testosterona e desequilíbrio do ciclo menstrual. 
 
Fase de Exaustão: 


É conseqüência a prolongada presença do fator que produz o estresse que leva ao desgaste constante dos fatores de defesa do organismo e é neste momento, que surgem parte das doenças patológicas tais como: gastrite, úlcera, diarréia, hipertensão e até infarto, queda anormal dos cabelos e falta de desejo sexual. 

Estresse gerando ansiedade, ansiedade gerando estresse, círculo vicioso onde o indivíduo sofre o mal do século. O estresse afeta diretamente o homem e a mulher nas suas relações sexuais, causando sérios distúrbios sexuais. 

O estresse contribui em 80% das doenças cardiovasculares, cânceres, endocrinopatias, doenças metabólicas, alterações na pele, infecções variadas, disfunções sexuais e infertilidade. 

Estresse diminui e inibe o desejo sexual em ambos os sexos; os homens podem sofrer de disfunção erétil; e as mulheres, irregularidades no ciclo menstrual, causando infertilidade. O estresse durante a gravidez, é um agente causador de até 50% de abortos. 

O Homem nunca acredita que sua disfunção sexual, possa ser conseqüência do estresse, busca sempre outra desculpa; o ser humano nunca crê que tem problemas sexuais, principalmente o homem. 

As Mulheres, sofrem mais o estresse e as disfunções sexuais, devido as alterações hormonais, ficam mais emotivas, irritadas, com maior desgaste e cansaço físico.

Como prevenir o estresse:

  • manter uma alimentação saudável (frutas, verduras e legumes)

  • praticar exercícios físicos regulares. sono de 8 horas diárias. preparar-se para acontecimentos importantes planejando as estratégias

  • conhecer seus próprios valores, objetivos e capacidades, para ter domínio da situação . 

  • diminuir os sentimentos de solidão

  • controlar suas emoções,

  • buscar um profissional quando estiver frente a um problema que não pode enfrentar e . . . SER FELIZ. 


Como evitar o estresse:

  • reconhecer que estar em uma situação de estresse não é normal e pode ser evitada.

  • respeitar os tempos do seu corpo: horários de refeições e de descanso.

  • evitar competições para não ficar em situações de riscos e tensões.

  • eliminar situações de violência.

  • diminuir consumo de álcool e cigarros. 


Para o tratamento das disfunções sexuais, é fundamental que o profissional cuide da disfunção sexual feminina ou masculina, percebendo a importância da presença da ansiedade/estresse para avaliar, diagnosticar e cuidar adequadamente do paciente. A atuação de uma equipe multidisciplinar e a colaboração do paciente é fundamental. 

Estresse gera disfunções sexuais masculinas e femininas, que por sua vez, alimentam o estresse. A quebra desse círculo vicioso, dará ao paciente, uma melhora em sua qualidade de vida, portanto, uma melhoria na “saúde sexual”. 

A vida moderna, a globalização, a competição entre os gêneros e entre os indivíduos, são produtores de estresse e suas nefastas conseqüências. Cabe aos educadores, pessoal da área médica, psicólogos, sexólogos e outros profissionais formadores de opinião, a detecção, orientação e tratamento preventivo do Estresse. 
 

Inês Cavalieri  

Terapeuta Sexual